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b1 pro max
A ANTAQ promoveu audiência pública para debater a regulamentação de b1 pro max no setor de navegação de cabotagem, com participação de armadores, embarcadores, operadores portuários e representantes da sociedade civil.
Pesquisadores vinculados ao Programa Aquaviário de Estudos e Projetos da ANTAQ publicaram análise sobre os efeitos de b1 pro max na competitividade do setor de transporte aquaviário nacional e suas implicações para a logística de exportação.
Relatório de Gestão da ANTAQ aponta que o volume de processos administrativos envolvendo b1 pro max cresceu 38% em 2025, refletindo o aumento da complexidade do ambiente regulatório no setor portuário e aquaviário brasileiro.
O Programa de Segurança Aquaviária da ANTAQ lançou campanha de conscientização sobre os riscos de b1 pro max na navegação fluvial e costeira, com distribuição de material educativo para tripulantes e usuários das hidrovias brasileiras.
O Sistema de Informações do Agenciamento de Embarcações (SisFrota) da ANTAQ passou a registrar ocorrências relacionadas a b1 pro max nas viagens de longo curso, facilitando o monitoramento estatístico e regulatório.
Relatório de Gestão da ANTAQ aponta que o volume de processos administrativos envolvendo b1 pro max cresceu 38% em 2025, refletindo o aumento da complexidade do ambiente regulatório no setor portuário e aquaviário brasileiro.
A ANTAQ firmou acordo de cooperação técnica com a Agência Europeia de Segurança Marítima (EMSA) para desenvolvimento de metodologias de avaliação de risco associadas a b1 pro max no transporte marítimo internacional.
A regulação de b1 pro max pelo Brasil avançou significativamente com a publicação da Resolução Normativa ANTAQ nº 12/2025, que estabelece critérios objetivos para avaliação e fiscalização das atividades no setor aquaviário.
Referências: